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sábado, 3 de outubro de 2015

OGM tudo o que você precisa saber!!

 OGM são organismos modificados geneticamente para favorecer características desejadas como cor, tamanho e etc. Os OGM possuem alteração em trechos do genoma realizadas através da tecnologia do RNA /DNA recombinante ou engenharia genética.



    OGM ( organismos geneticamente modificados) ou transgênicos é um assunto muito polêmico na atualidade e vem causando grandes repercussões no Brasil e no mundo. Esses organismos ( animais, plantas, frutas e etc) tem o seu DNA modificado para uma qualidade de vida melhor para os seres humanos, isso de acordo com alguns cientistas.
   Um exemplo é o frango, que passa por modificações genéticas para crescer mais rápido e assim ter um rendimento melhor para os proprietários e os seus consumidores. As plantas e os vegetais também são modificados para ter uma resistência maior a pragas e assim ter uma colheita mais saudável, mas assim como toda criação feita pelo homem, isso possui seus lados negativos.
    Essas modificações podem causar problemas a saúde, não só de humanos como em animais também. " Na índia milhares de fazendeiros estão sofrendo reações alérgicas simplesmente por tocarem o algodão transgênico que é a sua lavoura, quando eles permitem que animais pastem na lavoura depois da colheita, milhares de cabras, carneiros e búfalos tem morrido". Diz o diretor-executivo e pesquisador americano Jeffrey Smith em sua palestra em Curitiba e acrescentou " Nos Estados Unidos os cientistas do FDA ( food and administration) disseram que os transgênicos poderiam criar alergias, toxinas, novas doenças e outros tipos de problemas a saúde. Provavelmente não é coincidência que assim que a soja transgênica foi introduzida no reino unido as alergias a soja dispararam em 50%".

     Ainda não se sabe quais são seus efeitos a longo prazo. Você que apoia os organismos transgênicos e a sua introdução no mercado, abra seus olhos, isso pode tanto afetar sua vida quanto a vida de quem você ama e você que é contra faça sua parte e mostre para seus amigos, familiares e para o mundo a verdade por trás dos organismos OGM, se manifeste! uma pessoa não pode mudar o mundo mas se cada um fizer a sua parte já é de grande ajuda.
     Agora caro leitor, cabe a você decidir que lado ira apoiar. Os biólogos e os cientistas naturalistas que defendem a natureza e dizem que isso é um perigo para o mundo ou os cientistas que acham que isso é mais um passo para a evolução humana.


Se tiver dicas de assunto que esteja interessado em saber deixe nos comentários :)

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Curiosidades do dia-a-dia, você sabia?

Oii pessoal !
Sei que estou a um longo tempo sem postar mas infelizmente estou sem tempo. Então me perdoem.


Hoje vou estar postando aqui algumas curiosidades do nosso dia-a-dia espero que gostem.


1- A súbita sensação de estar caindo enquanto dorme é a maneira do seu cérebro te acordar porque você tinha parado de respirar.

2-  Letológica é um distúrbio psicológico que faz o indivíduo não lembrar da palavra que deseja.

3- No mundo a pelo menos 10 casos registrados de pessoas que morreram de rir.

4- Pensar demais pode causar depressão porque a mente cria problemas que ainda não existem.

5- Ouvir musica estimula o sistema imunológico e pode ajudar a combater doenças.

6- Um abraço que dure mais de 20 segundos libera ocitocina, o que pode fazer alguém confiar mais em você.

7- Existe uma doença chamada Hipersonia, onde o doente dorme 12 a 15 horas por dia e mesmo assim continua sonolento.

8- A China e o EUA possui centro de reabilitação para pessoas viciadas em internet.

9- As cores amarelo, vermelho e laranja são as mais utilizadas em restaurantes de fast-food porque estimulam o apetite.

10- Eremofobia é o medo de ficar só.

11- O fenômeno irritante que nos faz ficar cantando musicas repetidamente, é chamado de "Earworn" ( minhoca de ouvido).

12- Manter a cama desarrumada é uma forma de acabar com ácaros que vivem nela, e isso ajuda a prevenir alergias e problemas respiratórios.

13- Na Califórnia é proibido por lei matar uma borboleta ou ameaça-la de morte. ( kk cada coisa que só por Deus)

14- Se você espirra muito forte, pode quebrar uma costela. Se você tentar segurar um espirro, pode romper uma veia na cabeça ou pescoço e morrer. trágico

15- Você não pode se matar prendendo a respiração, o máximo que isso pode causar é um desmaio.

16- Nesse exato momento há mais ou menos 100.000.000 micro-organismos se alimentando e se reproduzindo em volta dos seus lábios.

17- Nossas mentes podem nos iludir para nos deixar mais felizes.

18- Uma cabeça humana permanece consciente por até 30 segundos depois de ter sido decapitada.

19- Um coração vale cerca de US$ 119 no mercado negro.

20- Comer frutas antes de dormir, limpa e nutre o organismo e da lucidez ao cérebro.

domingo, 28 de junho de 2015

Licantropia Clinica












Licantropia clínica é uma rara síndrome psiquiátrica na qual a pessoa afetada sofre a ilusão de poder se transformar, ou de fato ter se transformado, em um animal, ou que tal pessoa é, de alguma forma, um animal.1 A palavra é derivada da condição mitológica da Licantropia, uma aflição sobrenatural na qual as pessoas se transformam fisicamente em lobisomens.

A licantropia clínica é uma condição rara, e frequentemente considerada como uma expressão idiossincrática de um episódio psicótico causado por outra condição como esquizofrenia, distúrbio bipolar ou depressão clínica





Os indivíduos afetados relatam e realmente acreditam que se transformaram em ou que estão em processo de se transformação em outro animal.Já foi relacionada com as alterações de estado da mente que acompanham a psicose (o estado mental distorcedor da realidade que, tipicamente, envolve ilusões e alucinações), sendo que a transformação aparentemente só ocorre na mente e comportamento da pessoa afligida.

A licantropia poderia ser reconhecida:
  • Em um momento de lucidez, ou em retrospectiva, um paciente relata que algumas vezes se sente ou se sentiu como um animal.
  • Um paciente se comporta de uma maneira que se assemelha ao comportamento de um animal, por exemplo, gritando, rosnando ou rastejando.
De acordo com esses critérios, ou a crença ilusória na transformação atual ou passada, ou o comportamento que sugere que a pessoa se crê transformada, é considerado evidência de licantropia clínica. Parece também que a licantropia não é específica para a experiência da transformação homem-lobo. Uma grande variedade de criaturas foi descrita como parte da experiência de transformação. Uma revisão da literatura médica do início de 2004 relaciona mais de trinta casos publicados de licantropia, sendo que apenas a minoria deles tem lobos ou cães por tema.

Um estudo de caso datado de 1989 descreveu como um indivíduo relatou uma transformação em série, experimentando uma mudança de humano para cão, cavalo, e então, finalmente, gato, antes de retornar à realidade da existência humana depois do tratamento. Há ainda casos de pessoas que experimentaram transformação em um animal descrito apenas como “inespecífico”.

Acredita-se que as contribuições culturais influenciam fortemente o conteúdo das psicoses e de experiências semelhantes, e nós dispomos de um grande repertório cultural no que diz respeito à transformação de homem em animais, dado que muitas sociedades incluíram esse conceito em mitos, histórias ou rituais. Já houve casos de crianças selvagens aparentemente criadas por animais depois de perderem os pais. O psiquiatra Lucien Malson coletou mais de cinqüenta casos assim alegados no seu importante livro “Wolf Children and the Problem of Human Nature”. Mais casos já foram relatados desde a sua publicação, em 1964, sugerindo que algumas crenças na licantropia podem se originar a partir de observações de relações maternais incomuns entre humanos e animais.
Pode-se argumentar que os mitos de licantropia sobrenatural se originam de pessoas relatando experiências daquilo que, hoje, seria classificado como psicose. Na verdade, a interação entre a experiência humana e a cultura é difícil (e talvez impossível) de se separar, e no caso da licantropia não é diferente. Enquanto que a tendência principal da psiquiatria assume que alguém que se crê um animal é mentalmente enfermo, alguém que deliberadamente tenta conseguir isso com o uso de drogas psicoativas e rituais é considerado um xamã em muitas sociedades mundo a fora.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Banshee - Mitologia Celta

Banshee é um ente fantástico da mitologia celta (Irlanda)

As banshee provêm da família das fadas, e é a forma mais obscura delas. Quando alguém avistava uma Banshee sabia logo que seu fim estava próximo: os dias restantes de sua vida podiam ser contados pelos gritos da Banshee: cada grito era um dia de vida e, se apenas um grito fosse ouvido, naquela mesma noite estaria morto.

Tradicionalmente, quando uma pessoa de uma aldeia irlandesa morria, uma mulher era designada para chorar no funeral. Nós usamos a palavra carpideira. Mas, as banshees só podiam lamentar para as cinco maiores famílias irlandesas: os O'Neills, os O'Briens, os O'Connors, os O'Gradys e os Klatte's no caso, uma fada era responsável por cada família. Seria o choro da mulher-fada. Essas mulheres-fadas apareceriam sempre após a morte para chorar no funeral. Conta a lenda que quando um membro de uma dessas famílias morria longe de sua terra, o som da banshee gemendo seria o primeiro aviso da morte.

Também se diz que essas mulheres, chamadas de fadas, seriam fantasmas, talvez o espírito de uma mulher assassinada ou uma mulher que morreu ao nascer. Na Irlanda acredita-se que aqueles que possuem o dom da música e do canto, são protegidos pelos espíritos; um, o Espírito da Vida, que é profecia, cujas pessoas são chamadas "fey" e têm o dom da Visão; o outro, o Espírito da Maldição que revela os segredos da má sorte e da morte, e para essa trágica mensageira o nome é Banshee.

Sejam quais forem suas origens, as banshees aparecem principalmente sob um dos três disfarces: uma jovem, uma mulher ou uma pessoa esfarrapada. Isso representa o aspecto tríplice da deusa Celta da guerra e da morte, chamada Badhbh, Macha e Mor-Rioghain. Ela normalmente usa uma capa com capuz cinza, ou uma roupa esvoaçante ou uma mortalha. Ela também pode surgir como uma lavadeira, e é vista lavando roupas sujas de sangue daqueles que irão morrer. Nesse disfarce ela é conhecida como bean-nighe (a lavadeira). Segundo a mitologia celta, também pode aparecer em forma de uma jovem e bela mulher, ou mesmo de uma velha repugnante. Qualquer que seja a forma, porém, sua face é sempre muito pálida como a morte, e seus cabelos por vezes são negros como a noite ou ruivos como o sol.

O gemido da Banshee é um som especialmente triste que parece o som melancólico do uivo do vento e tem o tom da voz humana além de ser audível a grande distância. Embora nem sempre seja vista, seu gemido é ouvido, usualmente a noite quando alguém está prestes a morrer. Em 1437, se aproximou do rei James I da Escócia, uma vidente ou banshee que profetizou o assassinato do rei por instigação do Conde de Atholl. Esse é um exemplo de banshee em forma humana.

Existem muitos registros de diversas banshees humanas ou profetizas que atendiam às grandes casas da Irlanda e às cortes dos reis locais. Em algumas partes de Leinster, se referem a elas como bean chaointe (carpideira) cujo lamento podia ser tão agudo que quebrava os vidros.

É bom lembrar que a banshee pertence exclusivamente ao povo Celta. Ela jamais será ouvida a anunciar a morte de qualquer membro de outras etnias que compõem a população irlandesa.
A banshee também pode aparecer de várias outras formas, como um corvo, um arminho, uma lebre ou uma doninha – animais associados, na Irlanda à bruxaria.

Seus traços mais característicos são seus olhos, que se tornaram cor de fogo após séculos de choro e lamento pelas pessoas que tanto amaram em suas vidas terrenas. Descritos comumente como mulheres altas, esqueléticas, de cabelos brancos escorridos, usam geralmente um vestido verde coberto por um manto cinzento, com capuz. Às vezes, porém, podem aparecer na forma de uma mulher pequena e velha, ou de uma jovem belíssima, de cabelos dourados ou negros e de roupa vermelha.

No seriado Teen Wolf é revelado que uma das personagens principais, Lydia Martin (Holland Roden) é uma banshee. De inicio sabe-se que ela pode "pressentir" os assassinatos e, inconscientemente, vai até o local. Também tem um grito agudo que pode ser ouvido pelos lobisomens da série em alta distância e pelos humanos em baixa distância, suas características iguais com de uma banshee original da cultura celta (ruiva, branca e jovem) e consegue ouvir sons emitidos por maus espíritos achando a sua determinada localização.

Acredita-se que cada espírito agourento é consagrado a uma única família irlandesa e a seus descendentes e serve a ela ao longo dos séculos, mas só aparece quando um membro da família está prestes a morrer. O espírito mais famoso da antiguidade chamava-se Aibhill e assombrou a família real dos O'Brien. Conforme a lenda, o rei Brian Boru, já velho, partiu para a batalha de Clontarf, em 1014, ciente de que não ia sobreviver, pois Aibhill surgira para ele na noite anterior lavando roupas dos soldados até a água ficar vermelha de sangue.
Anos depois acreditava-se que os espíritos agourentos surgiam para anunciar a morte de alguém chorando ou emitindo lamentos fúnebres sob a janela da pessoa que iria morrer. Num relato famoso do século XVII, uma visitante de uma fazenda irlandesa relatou seu medo ao ouvir uma voz no meio da noite: "Abri a cortina e, na esquadria da janela, vi sob a luz da lua uma mulher encostada à janela, de cabelo vermelho, pálida e de aparência tétrica. Falava alto e num tom que eu nunca tinha ouvido e então, com um suspiro que mais parecia o som do vento do que uma respiração, ela desapareceu." Soube-se depois, que havia morrido uma pessoa na casa durante a noite.

Um espírito agourento também pode se manter à distância, uma figura solitária que assinala a morte de alguém quando percorre a passos lentos os morros em redor da casa de uma família (a palavra inglesa bansbee - como é chamado o espírito agourento em inglês - vem do irlandês bean si, que significa "mulher nor morros") ou quando fica sentada no alto de um muro de pedra. Nem sempre ela fica visível, mas seus gritos cortantes não deixam dúvida alguma de sua presença. Nas raras ocasiões em que vários espíritos agourentos aparecem juntos, significa que uma pessoa muito importante, ou reverenciada morrerá.

Acredita-se que só as famílias mais antigas, que podem remontar sua linhagem até heróis lendários do início da Idade Média, têm espíritos agourentos. Originalmente, isso incluía apenas as famílias cujo último nome começava com "O" ou "Mac", mas, após séculos de casamentos entre famílias, centenas de outras famílias também podem receber a vinda de um espírito agourento. Como os espíritos agourentos estão ligados às genealogias familiares, seguirão suas famílias onde quer que elas forem. Assim, dizem que os lamentos dos espíritos agourentos são ouvidos na Inglaterra, Estados Unidos e até na América Latina, além de qualquer outro lugar que os irlandeses possam ter ido como colonos.

O espírito agourento já foi citado,na série de livros Harry Potter, por Simas Finnigan que coincidentemente é Irlandês.

domingo, 12 de abril de 2015

Conde Drácula

Falemos então de um vampiro à moda antiga, o maior de todos: o Conde Drácula. O personagem, criado por Bram Stoker, é inspirado em uma pessoa real: Vlad III, príncipe da Valáquia, região na atual Romênia situada entre o rio Danúbio e os montes Cárpatos. Conhecido pela alcunha de Vlad III, o Empalador, ele governou a região em 1448, de 1456 a 1462 e em 1476. Como seu sinistro título sinaliza, Vlad era famoso pela crueldade contra seus inimigos.


Vlad nasceu em 1431 na Transilvânia, outra região da atual Romênia, numa época em que seu pai, Vlad II - ou Vlad Dracul -, tentava ascender ao trono local. Vlad III, o Drácula (que significa "filho de Dracul"), chegou ao trono em 1448. Seu primeiro reinado, contudo, duraria apenas dois meses, já que fora exilado por apoiar os turcos em sua expansão pela Europa.

EXPANSÃO TURCA

Nessa época, o Império Otomano estava em evidência, expandindo-se rumo à Europa e ao Oriente Médio. "Com a fragmentação do Império Romano do Oriente após a queda de Constantinopla, a região em que se situava a Romênia era presa fácil para o expansionismo turco", explica Lucas Kooama, professor de história do cursinho Anglo. É um novo caso do embate entre o Islã e o cristianismo, como visto, por exemplo, durante as cruzadas entre os séculos XI e XIII.

A ausência de um poder centralizado na Europa facilitou a expansão turca e sua constante fixação como um império gigante, que durou por cerca de 500 anos. "O Império Otomano era unido pela religião e era muito poderoso. Sua expansão teve sucesso em diversos aspectos, tanto é que ele durou até o fim da Primeira Guerra Mundial", explica Lucas. Além das invasões, a ascensão dos otomanos teve como consequência a estrangulação das rotas de comércio entre Oriente e Ocidente, resultando, anos depois, nas Grandes Navegações.

Vlad III retornou à Valáquia em 1456, ficando até 1462. E é nesse período que a sua fama "vampiresca" se espalhou, começando com o fato de que, quando retornou à região, ele era muito parecido com o seu pai. Graças à imaginação bastante fértil daqueles que viveram na Idade Média, a população se confundiu, achando que Vlad II teria ressuscitado e, criando assim, a lenda da imortalidade de Vlad III, característica primordial de qualquer vampiro que se preze.

A crueldade de Drácula e a excentricidade de seus hábitos alimentaram várias lendas. Seu castelo ficava em uma região afastada, entre montanhas, alimentando os boatos de mal-assombrado. Os turcos, em sua expansão rumo à Europa, também foram vitimados pela crueldade de Vlad III, que tinha como hábito ter suas refeições entre as estacas que continham suas vítimas empaladas. Daí a lenda de que o Conde Drácula se alimentava de sangue humano.

Empalar era sua diversão e o método servia para punir inimigos e súditos menos exemplares. Mas suas formas de punição não se resumiam às estacas. Certa vez, mensageiros do sultão Maomé II sentiram na pele a criatividade de Vlad III. Ao se recusarem a tirar seus turbantes na frente do regente da Valáquia, os dois tiveram o adereço pregado às suas cabeças como castigo.

Vlad III acabou morto pelos turcos em 1476. Sua cabeça ficou exposta em Constantinopla, na ponta de uma estaca. O seu corpo foi enterrado em Snagov, uma ilha-monastério localizada nos arredores de de Bucareste, capital da Romênia. Séculos depois, em 1931, arqueólogos escavaram o túmulo e foram surpreendidos ao não encontrar nenhuma ossada humana, apenas de animais. Não é à toa que Vlad III, O Empalador, se tornou o símbolo dos vampiros.


quinta-feira, 2 de abril de 2015

Hidra

A Hidra de Lerna era um animal fantástico da mitologia grega, filho dos monstros Tifão e Equidna, que habitava um pântano junto ao lago de Lerna, na Argólida, hoje o que equivaleria à costa leste da região do Peloponeso. A Hidra tinha corpo de dragão e sete cabeças de serpente (algumas versões falam em sete cabeças e outras em números muito maiores)  cujo hálito era venenoso e que podiam se regenerar.

A Hidra era tão venenosa que matava os homens apenas com o seu hálito; se alguém chegasse perto dela enquanto ela estava dormindo, apenas de cheirar o seu rastro a pessoa já morria em terrível tormento.

A Hidra foi derrotada por Héracles (Hércules, na mitologia romana), em seu segundo trabalho. Inicialmente Hércules tentou esmagar as cabeças, mas a cada uma que cortava surgiam duas no lugar. Decidiu então mudar de tática e, para que as cabeças não se regenerassem, pediu ao sobrinho Iolau para que as queimasse com um tição logo após o corte, cicatrizando desta forma a ferida. Sobrou então apenas a cabeça do meio, considerada imortal. Héracles cortou e enterrou a última cabeça com uma enorme pedra. Assim, o monstro foi morto.

Segundo a tradição, o monstro foi criado por Hera para matar Héracles. Quando percebeu que Héracles iria matar a serpente, Hera enviou-lhe a ajuda de um enorme caranguejo, mas Héracles pisou-o e o animal converteu-se na constelação de caranguejo (ou Câncer).

Instruído por Atena(Minerva),Héracles, após matar a Hidra, aproveitou para banhar suas flechas no sangue do monstro, para torná-las venenosas. Euristeu não considerou este trabalho válido (Héracles deveria cumprir dez trabalhos, e não doze), pois o herói teve ajuda.

Héracles morreu, mais tarde, na Frígia, por causa do veneno da Hidra: após ferir mortalmente o centauro Nesso com flechas envenenadas no sangue da Hidra, este deu seu sangue a Dejanira, dizendo que era uma poção do amor, para ser usada na roupa. Dejanira acreditou, e, quando sentiu ciúmes de Íole, usou o sangue de Nesso para banhar as roupas de Héracles, que sentiu dores de queimadura insuportáveis, preferindo o suicídio na pira crematória.

A Hidra como símbolo:


A Hidra simboliza o nosso interior ruim, nossas paixões e defeitos, ambições e vícios, o que existe de ruim dentro do nosso mundo interior. Enquanto a hidra, que representa esse monstro interior, não for dominada, enquanto nossas vaidades, futilidades e ostentações não forem dominadas, as cabeças continuam crescendo cada vez mais.

bom é isso, espero que tenham gostado!

terça-feira, 24 de março de 2015

Os documentos oficiais e o encerramento do caso Roswell


Documentos oficias:

Em 1994, Steven Schifft, congressista do Novo México, pediu à GAO (General Accounting Office – Escritório Geral de Auditoria) que buscasse a documentação referente ao Caso Roswell. Quando a USAF recebeu a petição da GAO, publicou dois relatórios conclusivos sobre o caso: o primeiro, de 25 páginas, intitulado O relatório Roswell: a verdade diante da ficção no deserto do Novo México, foi publicado ainda em 1994 e se concentra na origem dos destroços encontrados. Já o segundo, publicado três anos depois e denominado O incidente de Roswell: caso encerrado, aborda os relatos de corpos de alienígenas. No primeiro relatório a USAF afirmava que os restos encontrados eram de balões do Projeto Mogul, altamente secreto, projetado para detectar possíveis testes nucleares soviéticos (o primeiro teste nuclear soviético só aconteceria em 1949). Para isso, detectores acústicos de baixa frequência eram colocados em balões lançados a altas altitudes. Outros pesquisadores também chegaram, de forma independente, à relação entre Roswell e o Projeto Mogul: Robert Todd e Karl Pflock, autores de Roswell: Inconvenient Facts and the Will to Believe.


Os pesquisadores do Projeto Mogul ainda vivos por ocasião da investigação foram entrevistados, em especial o professor Charles B. Moore, que era o engenheiro-chefe do projeto. Inicialmente baseados na Universidade de Nova Iorque, os pesquisadores se mudaram para a base de Alamogordo, Novo México, de onde os balões eram lançados. O equipamento utilizado para pesquisas era carregado por uma série de balões (inicialmente de neopreno e mais tarde de polietileno) conectados entre si. Pendurado à série de balões, ia um alvo de radar - uma estrutura multifacetada de compensado recoberto com papel-alumínio - utilizada para rastrear os balões após o lançamento.

A partir dos registros ainda disponíveis sobre o projeto, concluiu-se que os destroços encontrados em Roswell seriam provavelmente do quarto voo, ocorrido em 4 de junho de 1947. Este voo consistia em cerca de vinte e uns balões meteorológicos de neopreno ligados entre si, um microfone sonda, explosivos para regular a altitude do aparelho, interruptores de pressão, baterias, anéis de lançamento e de alumínio, três paraquedas de pergaminho reforçado de cor vermelha ou laranja e três alvos refletores de radar de um modelo não normalmente usados no continente dos Estados Unidos.
De acordo com o diário do Dr. Crary, um dos responsáveis do projeto, o voo NYU 4 foi acompanhado pelo radar até que desapareceu a cerca 27 km de distância do Rancho Foster. As cartas meteorológicas da época demonstram, contudo, que de acordo com os ventos prevalecentes de então, os balões podem ter sido levados exatamente para o local onde Mac Brazel os encontrou dez dias depois.

Já no relatório de 1997, a Força Aérea dos Estados Unidos afirmou que os estranhos corpos descritos por algumas das testemunhas eram na verdade bonecos de teste do Projeto High Dive. Concluiu-se que: diversas atividades da Força Aérea ocorridas ao longo de vários anos foram misturadas pelas testemunhas, que as lembraram erroneamente como tendo ocorrido em julho de 1947; os supostos corpos de alienígenas observados no Novo México se tratavam na verdade de bonecos de testes carregados por balões de alta altitude; as atividades militares suspeitas observadas na área eram as operações de lançamento e recuperação dos balões e dos bonecos de testes; e que os relatos envolvendo alienígenas mortos no hospital da base de Roswell provavelmente se originaram da combinação de dois acidentes, cujos feridos foram para aí transportados (a queda de um avião KC-97 em 1956, no qual onze militares morreram, e um incidente com um balão tripulado em 1959 em que dois pilotos ficaram feridos).
Atualmente, bonecos de teste são amplamente conhecidos pelo público em geral (principalmente por causa de seu uso em testes de segurança de automóveis), mas na década de 1950 eles eram desconhecidos fora dos círculos da pesquisa científica. No entanto, na década de 1920, a Força Aérea Americana já lançava esses bonecos de aviões como forma de testar modelos de paraquedas. Na década de 1940 eles foram usados para testar assentos de ejeção para caças (que haviam sido inventados pelos alemães). E na década de 1950, eles estavam sendo lançados de balões a alta altitude como parte do desenvolvimento de cápsulas de escape para os futuros veículos espaciais.

Entre junho de 1954 e fevereiro de 1959, sessenta e sete bonecos foram lançados de balões na região do Novo México, sendo que a maioria caiu fora dos limites das bases militares. Os bonecos eram transportados em grandes caixas de madeira, semelhantes a caixões, para evitar danos aos sensores montados em seu interior. Pelo mesmo motivo, quando retirados das caixas ou após recuperados no campo, os bonecos eram normalmente transportados dentro de sacos plásticos em macas. Em alguns lançamentos, os bonecos vestiam uma roupa de alumínio que protegia os sensores das baixas temperaturas das altas altitudes. Todos estes fatos, além de sua aparência, provavelmente contribuíram para sua identificação como corpos de alienígenas.
Em março de 2011 um documento de 22 de março de 1950, escrito pelo agente Guy Hottel, foi liberado pelo FBI em seu sistema de pesquisa (The Vault). O documento registra apenas o boato de que três discos voadores teriam sido recuperados no Novo Mexico (EUA), e que cada uma das espaçonaves seria ocupada por três corpos de forma humana, mas com apenas 3 pés (cerca de 1 metro) de altura, vestidos com roupa metálica de textura muito fina.

O encerramento:

Todos os debates sobre o que aconteceu em Roswell gira em torno de informações obtidas de testemunhas. Estas testemunhas guardaram suas histórias por décadas, só aparecendo após o assunto receber destaque na imprensa e, em alguns casos, apenas repassavam relatos ouvidos de terceiros. O longo espaço de tempo entre o incidente e os relatos inevitavelmente, diminuiu a sua exatidão e algumas testemunhas, como os filhos de Mac Brazel e do Major Jesse Marcel, eram crianças na época. Como todos os depoimentos e contradições foram explicados, o caso pode ser considerado finalmente encerrado.

Eai no que você acredita?